Como estudar sendo neurodivergente?
TDAH, dislexia, autismo e outros perfis exigem estratégias diferentes — não mais esforço, mas esforço diferente.
Enviar para um amigo no WhatsAppNeurodivergência não é impedimento — é um perfil diferente
Candidatos com TDAH, dislexia, TEA e outras neurodivergências passam em concursos e no ENEM todos os anos. O método que funciona para o cérebro neurotípico frequentemente não funciona para o neurodivergente — e isso não é fraqueza, é neurobiologia.
Para quem tem TDAH
Sessões de estudo curtas (15 a 25 minutos com pausa obrigatória), troca de matéria a cada bloco, temporizador visível, estudar em pé ou em movimento quando possível. Evite estudar no mesmo espaço onde faz lazer.
Para quem tem dislexia
Audiolivros, videoaulas e materiais em áudio têm retorno maior do que textos longos. Fontes maiores e espaçamento amplo facilitam a leitura. Mapas visuais em vez de textos lineares.
Para quem tem TEA
Rotina previsível e ambiente controlado. Horários fixos de estudo. Minimize interrupções sensoriais. Prefira materiais bem estruturados com regras claras.
Direitos na prova
Candidatos com laudo têm direito a tempo adicional e adaptações em concursos e no ENEM. Solicite no momento da inscrição com laudo médico atualizado. Os prazos são rígidos — não deixe para a última hora.
O Método Estudo de Alto Rendimento - EAR da Dra. Priscilla Machado tem linha específica para candidatos neurodivergentes, com materiais adaptados e mentoria individual. Conheça.
Quem vai prestar a sua prova pode contar com a mentoria do Método EAR, em que a Dra. Priscilla Machado ajusta o plano ao seu edital e à sua rotina, e com os painéis de estudo e de revisão e os simulados no formato da banca. Conheça os materiais pelo WhatsApp.
