Estudar e esquecer é o problema de quase todo candidato. A neurociência explica por que isso acontece — e como mudar com técnicas simples e comprovadas.
O esquecimento não é falha de inteligência. Sem reforço, perdemos até 80% do que lemos em 24 horas (curva de Ebbinghaus). A solução não é ler mais devagar — é revisar mais cedo.
Revisar em intervalos crescentes — no dia seguinte, em 3 dias, em 1 semana, em 1 mês — grava a informação na memória de longo prazo. Para concurso, funciona especialmente para artigos de lei, princípios e fórmulas.
Feche o caderno e tente lembrar o que estudou. Escreva de memória, explique em voz alta, responda questões. Esse esforço de recuperação fortalece muito mais a memória do que reler.
A Técnica Feynman: explique o conteúdo como se estivesse ensinando alguém que nunca ouviu falar do tema. Onde você travar, aí está o ponto que não ficou claro.
Ao estudar um artigo de lei, associe a um caso real ou a outra norma que já conhece. Informação contextualizada é muito mais fácil de recuperar na hora da prova.
No Método EAR, os painéis da Dra. Priscilla Machado são construídos para facilitar a memorização: conteúdo em blocos, com exemplos, macetes e revisão programada. Conheça.